Ambiente de Aprendizagem

O que é um ambiente de aprendizagem? - Carteiras? Paredes? Quadro? Algumas janelas? Nós aprendemos através de nossas interações com professores, pais, colegas e o mundo em nossa volta, considerando que a interação é um dos mais importantes elementos da aprendizagem. Os espaços, os objetos no espaço, a organização do tempo e interações humanas constituem, todos, o ambiente de aprendizagem. Este blog é dedicado a todos aqueles que colocando perguntas estimulam o estudo e as respostas.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Violence against women

United Nations, New York, November 2009 - In a collective call to action, UNIFEM Goodwill Ambassador and Say NO UNiTE Spokesperson Nicole Kidman joins others to say no is no in any language when putting an end to violence against women. This public service announcement is brought to you by Say NO UNiTE to End Violence against Women (www.saynotoviolence.org).


quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Para que serve uma monocotiledônea?





Palestra final da terceira edição do projeto Descolagem realizado no NAVE (http://www.nave.oi.com.br/) em 22 de novembro de 2008 com curadoria de Beto Largman em parceria com o instituto Oi Futuro

Fonte: http://videolog.uol.com.br/video?389425

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Um valor reconhecidamente brasileiro


Se antes bastava uma formação clássica para assumir importantes cargos nas empresas, hoje a regra para os comunicadores é trabalhar com uma visão mestiça.

Esta é a análise de Paulo Nassar, diretor geral da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) e professor doutor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP).

Em palestra proferida para alunos da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), nesta segunda-feira, dia 16 de novembro, o especialista falou sobre a demanda por novas características dos profissionais de comunicação. “O comunicador precisa trabalhar dentro de uma visão técnica, ética e estética.

Nesta área não é possível sobreviver apenas com uma formação tradicional. A comunicação empresarial busca, cada vez mais, uma narrativa aberta”.

Para ilustrar suas colocações, o professor adiantou alguns dados de uma pesquisa da Aberje sobre o setor que será divulgada no dia 26 de novembro.

Utilizando como base a análise de 300 empresas que atuam no Brasil – juntas correspondem a 60% do PIB nacional -, o estudo revelou que no setor de comunicação empresarial, 33% dos profissionais têm como formação de origem o jornalismo; 15% vêm de relações públicas; 11% da publicidade e outros 11% da administração. Isso comprova a distribuição diversificada de currículos na área.

“Hoje, na comunicação organizacional, os profissionais se capacitam com formações complementares. Temos, na área, pessoas com diferentes currículos tradicionais.

Atualmente, precisamos trabalhar com a lógica da soma, da mestiçagem, que é um valor reconhecidamente brasileiro”, explica.

E essas são conseqüências das novas possibilidades de diálogo entre as empresas e seus stakeholders.

Segundo Paulo Nassar, o uso de ferramentas como os blogs e o Twitter pelas organizações é crescente e está transformando o comportamento do mercado.

“Quem está dentro de uma organização precisa ter uma inteligência estratégica. Na era digital, a informação é uma commodity e se o profissional trabalha com a informação em sua forma bruta ele não terá valor.

É preciso fazer uma interpretação qualificada e criar um valor ao seu trabalho”, salienta.

Nos tempos atuais, as empresas têm que medir melhor os seus movimentos. “Qualquer ação empresarial gera controvérsias e diferentes pontos de vista.

Qualquer movimento econômico, social ou ambiental da organização mexe com a sociedade. E este cenário está incomodando os protagonistas da comunicação tradicional e os veículos de massa. Não adianta mais impor mensagens à sociedade”.

Na conclusão de sua apresentação, o executivo reconheceu a importância do momento que o setor empresarial vive: “Nunca a teoria e a prática estiveram tão próximas no mundo da comunicação corporativa”.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Acessibilidade na web

Acessibilidade pra quem? deficientes visuais, tetrapégicos, deficientes motor, de baixa visão, deficientes auditivos não oralizados. Mas tb para os jovens, crianças, idosos, para os que tem pouca experiência e medo de computador...

A acessibilidade tente a gerar maior visibilidade pelos sistemas de busca e é um diferencial competitivo.

Assita o vídeo feito pela equipe Acesso Digital para mostrar a importância da acessibilidade na web para diversos tipos de usuários



O video foi publicada por brunotorres, no dia 25 de maio de 2007 às 10:55 e já teve certa de 77.500 exibições

domingo, 15 de novembro de 2009

Sobre web 2.0 e mídias sociais no mundo corporativo

Este post eu retirei do Blog da empresa Plano B Consultoria empresarial e assessoria de imprensa. Janaína Machado teve o privilégio de trabalhar diretamente com o Mauro Segura por dois anos e meio. "Posso garantir que ele e um homem da geração X totalmente à frente de seu tempo".

É uma entrevista imperdível, concordo com ela, uma aula para a geração Y que domina as redes sociais e para a geração X que comandam as empresas e que estão aprendendo e procurando se adaptar a estas transformações culturais.

No vídeo o jornalista Heródoto Barbeiro, da CBN, entrevista Mauro Segura, diretor de Marketing e Comunicação da IBM Brasil, durante a Futurecom 2009, sobre web 2.0 e mídias sociais no mundo corporativo.

Mauro aborda de forma clara e simples sobre os benefícios das redes sociais para as empresas; da grande transformação da comunicação nos últimos anos; do compartilhamento de informações em todos os níveis; da quebra de hierarquias nas empresas com a aplicação das redes sociais; da democratização do conhecimento, entre muitos outros assuntos que evolvem o marketing e a comunicação interna.

Um caminho inevitável, sem volta que mudou o conceito de comunicação unidirecional para a comunicação bilateral e totalmente colaborativa.

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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Stop motion

Gostei muito deste post do blog assuntos creativos. Vale a pena dar credito a quem merece de verdade.
Contudo os dois vídeos são bons e o da Olympus eu gostei mais.

Seguem o texto e os vídeos é uma aprendizagem moral, técnica e criativa.

Para lançar a câmera Olympus Pen E-61, inspirada em um antigo modelo da marca, um vídeo viral foi lançado na internet. Foram 60 mil fotografias, 9600 impressas e novamente mais 1800 fotos pra compor o stop motion “The Pen Story”. Porém...

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Esse video é muito legal, mas graças ao blog Gizmodo sabemos que é na verdade uma cópia de um video que já havia sido lançado na internet por uma empresa japonesa.

Observem que o conceito é praticamente o mesmo.

Veja o vídeo da empresa japonesa em Assuntos Criativos

Se você for produzir algo que já tenha sido criado, não tem problema, basta dar crédito a quem merece de verdade

Fontes: SimViral Gizmodo

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

guarda!

Il video che vedete si chiama "IO STESSO MEDESIMO NON FINITO / FINITO, TONINO DE BERNARDI.

L'occasione è stata l'edizione de il Vento del Cinema di Ghezzi e compagni a Procida, lo scorso settembre (dal 24 al 28), dedicata appunto al NON FINITO.

Tonito ha detto: " ho partecipato pur essendo NON FINITI tanti dei miei film, io stesso in primis, e alla fine ho deciso di mandarvi un mio intervento filmato, questo che arriva ora su Youtube, una ricapitolazione confessione mia di me ma facendolo non pensavo certo a Youtube. Una cosa che è nata nell' immediato e che ora abbiamo rivisto e un po più meditato, io e Silvia (Palermo), mia recente ma già antica collaboratrice amica, ora in fuga. Sono attualmente in fase di preparazione (fatte già certe riprese) due film digitali, LIBERA VITA FREE LIFE, in Torino e Piemonte, e CASA DOLCE CASA (A HOUSE IS NOT A HOME) tra Torino e Paris".

video

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

This “creative destruction”


David Byrne write about...
I started thinking a few days ago about how the digitization and networking of so much of what we hold dear has changed things.

I see that in my lifetime I will witness the end of books, or most of them, physical copies of recorded music and probably physical newspapers too.

Stuff that’s been around for a thousand years will be gone in my lifetime! Film based photography is pretty much a remnant, an art form, an artisanal craft used by fine artists and high-end fashion photographers.

And writing letters to one another? On paper? And dropping them in the mailbox? When was the last time I wrote and mailed a physical letter? All those academic books filled with Auden’s or Jane Austen’s letters — it’s hard to imagine a collection of someone’s text messages, tweets and e-mails.

I suspect that television as we know it will be gone soon as well. All right, film and recorded music have only been around a hundred or so years, but books! All of which led me back to wondering — how did this get started?

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Criança a alma do negócio


A criança de hoje idealiza o desejo de ser adulto e precocemente torna-se consumidores tão iguais quanto os seus pais estimulada pela publicidade. Porque o celular, o Mp3, o Ipod, o vídeo game, a TV, o tênis de marca, a xapinha no cabelo e tantos outros produtos e serviços são mais importantes que brincar, o livro, o gibi, o passeio com os pais e parentes?

A escola recebe toda esta influência vinda dos próprios alunos e não sabem lidar com isto. Ao proibir, justifica que é o melhor caminho para educar contra os malefícios , por exemplo, que o celular tem no processo pedagógico.

Esquece que esta mesma proibição só acontece nas quadro paredes da escola.

Bom seria que a escola discutisse sem preconceitos e de forma democrática com seu alunado o impacto do uso destes recursos no processo de ensino e assim desenvolver normas de comum acordo e não a partir do desejo de apenas um lado do grupo.

O documentário é um mote para que os educadores possam pensar com mais carinho a importancia do papel da escola nas discussões sobre temas que resiste a ser incorporada ao processo de ensino. Neste caso, a Mídia.

Veja a primeira parte o doc. Para ver todo o doc, acesse http://blogandonasondasdoradio.blogspot.com/2009/03/crianca-alma-do-negocio-um-documentario_5220.html

Crédito do vídeo Fundação Alana http://www.alana.org.br
Fonte: http://blogandonasondasdoradio.blogspot.com


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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

#Intercon09


A Edição do Intercon 2009 contou com três ambientes. Business, Tecnologia, Criação e Inovação. Fiquei entorno de dois ambientes: Business e Criação.

O Ambiente business, teve na parte da manhã o título de "o novo olhar Digital".

Sergio Amadeu da Cásper Líbero, dirigiu sua apresentação pra além das redes de comunicação.

Para ele, a cultura hacker é um movimento sócio-técnico de software livre. Hackers são aqueles que estão no “coração da internet”. Eles não são criminosos, são colaborativos.

A “Mídia” coloca a internet como "terra sem lei" e diz que solução para isso é acabar com rede aberta.

Querem impor na rede a cultura da permissão. A melhor forma de construir algo na rede é colaborando não bloqueando.

As sete maiores plataformas utilizadas na rede são open source. A Yahoo é a primeira.

Apostar na propriedade é bloqueio. É na negação de acesso, o único modo de exercer a propriedade de bens imateriais.

Marcelo Coutinho, consultor do IBOPE Inteligência, apresentou a sociedade digital.

Para ele a digitalização acabou com o tempo/ espaço. Ele afirmou que nós somos o que consumimos.

Hoje coexistem duas sociedades a industrial/ burocrática, porque, enfim, ainda precisamos de petróleo e a sociedade digital e sua rede de conhecimento.
A sociedade em rede não elimina a sociedade industrial . O que se vê é uma convivência.

Usando de uma conhecida metáfora, Coutinho afirma que se trata da velha discussão da catedral e o bazar. A lógica do bazar é a transparência. Da catedral é a burocracia, o hierárquico, protocolar.

Carlos Nepomuceno / Isnt. de inteligência Coletiva trouxe a filosofia para o Ambiente Bussines.

Utilizou uma frase de Gandhi: "Nós temos que ser o exemplo para mudar o mundo".

Para ele o ser humano se organiza em rede desde o dia em que ele olhou pro mundo e disse: Existe o mundo, e eu estou neste mundo.
Afirmou que Jesus foi o primeiro twitteiro, com 12 seguidores.

E citou o filósofo francês contemporâneo Dominique Wolton que diz que nós estamos vivendo em uma sociedade de conexão e quanto mais conectados nós estamos menos nos comunicamos.

Drica Guzzi
/ Escola do Futuro/USP afirmou que as escolas ainda não sabem usar a internet.

Em sua pesquisa 84% de 4658 respondentes, afirmaram ter mais facilidade de aprender depois da internet.

Por fim exibiu um quadro do perfil dos 60 milhões de brasileiros que tem acesso a rede.

Classe A
8% usam lan house
82% usam em casa
10% usam na escola

Classe B
26% lan house
60% casa
14% escola

Classe C
55% lan house
32% casa
13% escola

Classe D/E
78% lan house
7% casa
15% escola

A tarde o Ambiente Bussiness levou o nome dce "Negócios digitais e novas mídias".

Carlos Affonso Pereira de Souza / FGV, apontou exemplos de apologia à pirataria na internet.

Ele citou o caso do Presidente Lula que baixou músicas pela internet: que país é esse que o presidente baixa música na internet? O Brasil tem um presidente Pirata.

O caso Napster e o filme Tropa de Elite tb foram comentados.
Por último, citou a formulação de um marco civil para a Internet Brasileira, convidou a platéia a participar do processo colaborativo de discussão.

Ele afirmou que a iniciativa parte do pressuposto que a participação popular pode enriquecer o processo de construção de nossas leis. O conhecimento coletivo e voluntário pode – e deve – ser usado para aperfeiçoar a elaboração legislativa em nosso país.

Para ele a Internet é a ferramenta para permitir que a participação esteja ao alcance de “cada cidadão”.
O ambiente criação e inovação, na parte da tarde, levou o nome de Inovação e empreendedorismo digital.
Horácio Soares, do Acesso Digital, chamou a atenção da acessibilidade como fator de inovação.

Acessibilidade pra quem? deficientes visuais, tetrapégicos, deficientes motor, de baixa visão, deficientes auditivos não oralizados. Mas tb para os jovens, crianças, idosos, para os que tem pouca experiência e medo de computador...

Qto custa a acessibilidade ? Para Soares há o alto custo do redesign, mas baixo nos novos. Já os benefícios podem ser o alcance de 100% do público alvo. Tento como idéia principal atender melhor todas as pessoas. Um caminho para fidelizar clientes, valorizar a diversidade e a responsabilidade social.

A acessibilidade tente a gerar maior visibilidade pelos sistemas de busca e é um diferencial competitivo.

Leonardo Naressi da Direct Performance, chamou atenção de que você não precisa comprar nada para otimizar seu site ou blog. Você só precisa de informação e ela é de graça.

Para ele no universo digital tudo pode ser medido: audiência, navegação, performance técnica, análise de redes sociais.

Contudo cada ferramenta e coleta de dados tem seus “vieses”. O caminho percorrido de uma tag até o relatório influencia o resultado final.

Por fim fica um texto do twitter fruto do #InterCon09:
@caffsouza sua palestra no #intercon09 foi ABSURDA de bom , nunca tinha vibrado tanto em uma palestra assim ! Muito bom e parabens




domingo, 8 de novembro de 2009

O fim do ensino? O início da aprendizagem!


A prova escolar realizada em sala de aula costuma ser o momento de maior rigor por parte dos professores contra a consulta de qualquer conteúdo extra.

Mas alunos de 14 colégios na Dinamarca estão vivendo uma realidade diferente, pois tiveram o acesso à internet liberado justamente no momento do exame. E a iniciativa se estenderá para todo o sistema escolar do país em 2011.

Com a medida, além da tradicional regra de não conversar durante a prova, os estudantes dinamarqueses ficam proibidos de enviar e-mails para dentro ou fora do colégio e de entrar em salas de bate-papo on-line. Respeitadas essas normas, a web pode ser explorada da melhor forma possível para encontrar as respostas corretas, até mesmo em mídias sociais como o Facebook.

“Nossos exames precisam refletir a vida cotidiana no colégio, e a vida escolar deve se refletir na sociedade. A internet é indispensável, inclusive nas provas”, argumentou Bertel Haarder, ministro da Educação da Dinamarca. Para ele, a medida pode ser seguida por outros países.

“Estou seguro de que, em poucos anos, a maioria dos países europeus nos imitarão”.
A Dinamarca é uma das nações mais avançadas tecnologicamente. Há cerca de uma década, toda a rede escolar começou a utilizar computadores para realizar provas. Mas com o recurso da internet, uma das preocupações é com relação à comunicação durante os exames.

De acordo com Sanne Shcmidt, que comanda o projeto na escola de Greve Landsby, se um aluno for pego colando pela web em alguma conversa digital, poderá ser expulso. “A premissa é a confiança nos alunos. Acredito que o índice de fraude é muito baixo, pois as consequências também são grandes”, salientou.

A estudante dinamarquesa Pernille Jensby, de 18 anos, confirmou a facilidade de fraude. “É possível colar, mas acho que temos tanto respeito e disciplina que não o faremos”, afirmou.

Fonte: http://www.nosdacomunicacao.com/

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Tape Art

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Fonte: http://www.blogilvy.nl

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Hope


O movimento Hopenhagen, criado pela Ogilvy & Mather Worldwide, acaba de chegar ao Brasil com o objetivo de conectar os brasileiros aos líderes dos países que participam da 15ª Conferência Sobre Mudança Climática (COP 15), realizada em Copenhague (Dinamarca) entre 07 e 18 de dezembro.

O objetivo é assinar um novo acordo climático, em substituição ao Protocolo de Kyoto, que expira em 2012.

Hopenhagen é uma plataforma de comunicação - centrada no site e nas redes sociais – que permite discutir o aquecimento global e a crise econômica.

Encomendado conjuntamente pela Nações Unidas (ONU) e pela Associação Internacional de Propaganda (International Advertising Association – IAA), o movimento foi criado pelos escritórios da Ogilvy em Nova York, Paris, Cingapura, Londres e Buenos Aires.
O nome do movimento remete à esperança ("Hope"), fazendo uma analogia à cidade Copenhague, que sediará o encontro.
Sérgio Amado, presidente do Grupo Ogilvy Brasil, postou sua mensagem no site e assinou uma petição, que será apresentada no evento, e se transformou num cidadão de Hopenhagen.
Além de assinar a petição, o internauta pode ainda acessar o menu "Share Hope", que conecta o usuário às redes sociais.Para aqueles que fazem parte do Facebook, é possível também criar um passaporte virtual para Hopenhagen.

O movimento pode ser visto também pelo YouTube.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Marco civil para a Internet brasileira.


Participe do processo colaborativo de discussão e formulação de um marco civil para a Internet brasileira.

A iniciativa parte do pressuposto que a participação popular pode enriquecer o processo de construção de nossas leis. O conhecimento coletivo e voluntário pode – e deve – ser usado para aperfeiçoar a elaboração legislativa em nosso país.
Nosso processo legislativo já possui alguns mecanismos de participação popular, como as audiências e consultas públicas. É hora, no entanto, de dar um passo adiante. E a Internet é a ferramenta para permitir que a participação esteja ao alcance de cada cidadão.

Outra premissa do projeto consiste em reconhecer que a legislação brasileira enfrenta lacunas com relação à Internet, com uma série de questões ainda não reguladas. Essas lacunas geram incerteza, com prejuízo para direitos fundamentais dos indivíduos, para a inovação e para a segurança jurídica.

Por outro lado, compreender a rede mundial como um espaço transnacional de comunicação e compartilhamento de informações, fundado em protocolos abertos e com governança mundial, é essencial para identificar limites necessários a essa regulamentação.
Como todo portal, este também possui suas regras de uso. Sua leitura é mais do que recomendada, caso você tenha interesse em participar ativamente. A participação, por meio de comentários, está condicionada ao cadastro no site Cultura Digital e à aceitação das mencionadas regras.
Cadastre-se e participe.