Este não é um blog, mas um reblog. É um ambiente de aprendizagem. Mas o que é um ambiente de aprendizagem? - Carteiras? Quadro? Algumas janelas? Nós aprendemos através de nossas interações com professores, pais, colegas e o mundo em nossa volta, considerando que a interação é um dos mais importantes elementos da aprendizagem. Este reblog é dedicado a todos aqueles que colocando perguntas estimulam o estudo e as respostas.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Computers at Home: Educational Hope vs. Teenage Reality

MIDDLE SCHOOL students are champion time-wasters. And the personal computer may be the ultimate time-wasting appliance. Put the two together at home, without hovering supervision, and logic suggests that you won’t witness a miraculous educational transformation.

Christophe Vorlet

Still, wherever there is a low-income household unboxing the family’s very first personal computer, there is an automatic inclination to think of the machine in its most idealized form, as the Great Equalizer. In developing countries, computers are outfitted with grand educational hopes, like those that animate the One Laptop Per Child initiative, which was examined in this space in April. The same is true of computers that go to poor households in the United States.

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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Trazer uma pessoa a um site não é uma tarefa fácil,,

por isso, é necessário tomar muito cuidado para não perdermos estes visitantes. Segue abaixo 8 motivos que podem levar uma pessoa a sair de um site e 8 dicas para não perder o visitante.

1. Página não convincente – As pessoas chegam a uma página em busca de um produto, serviço ou uma informação, mas quando a página não mostra de forma clara os benefícios daquilo que está sendo oferecida, a pessoa dificilmente irá continuar navegando no site.

Dica: Mostre de forma clara os benefícios de seu produto/serviço e leve o usuário a uma ação.

2. Dificuldade de navegação / Layout confuso – Um site deve ser intuitivo, fácil de navegar. Se a pessoa precisar fazer muito esforço para encontrar o que precisa ela dificilmente irá continuar navegando no site. Estas dificuldades são geralmente vistas em formulários longos, em páginas que precisam ativar scripts, links de ação pouco visíveis, ou páginas que não funcionam em determinados navegadores.

Dica: Faça páginas intuitivas, simples de navegar e quem não tome muito tempo do internauta.

3. Falta de apelo para uma ação – Os principais links e botões que vão levar a uma ação devem estar visíveis na tela sem precisar usar a barra de rolagem, e em cores de contraste com a página.

Dica: Faça um belo botão numa cor bem visível, de forma que ao correr o olho na página o usuário encontre Rapidamente o botão.

4. Excesso de apelo para uma ação – Há sites que colocam vários elementos chamando a atenção do usuário. Isso geralmente confunde o internauta.

Dica: Coloque o principal apelo, de forma mais visível e os demais bem menos visíveis, para não disputar a atenção do usuário.

5. Conteúdo que não interessa ao visitante – Isso pode acontecer principalmente quando ele chega através de uma ferramenta de busca. Após a abrir a página ele vai ver que o site aberto não tem o que ele procurava e simplesmente vai sair do site.

Dica: As informações usadas no título e descrição que aparecem nas buscas, devem estar totalmente relacionadas ao conteúdo da página.

6. Falta de conteúdo relacionado – Se a sua página interessou ao internauta, mas você não oferece outras páginas relacionadas, ele irá sair de seu site sem ver outras páginas.

Dica: Mostre ao visitante, outros conteúdos relacionados à página atual. Pode ser uma lista de tags, link para contato, páginas relacionadas ou mais informações sobre este conteúdo. Desta forma, o visitante pode mudar para outra página relacionada.

7. Páginas pesadas e demoradas para carregar, que fazem com que o visitante desista de esperar;

Dica: Evite animações ou conteúdo que demore a carregar.

8. Textos desorganizados – Textos enormes, cansativos e mal-organizados cansam e espantam o visitante.

Dica: Divida-o em tópicos, use figuras e organize suas idéias.

Dicas para resolver estes problemas?

  • Identifique as páginas com alta taxa de rejeição
  • Faça um teste A/B. Se você não sabe por que determinado percentual de usuários insiste em abandonar a página talvez seja uma boa idéia testar diferentes versões da página e ver o impacto gerado.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Educação não formal e os processos interativos

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Desirèe Luíse

“Ainda não existe uma consciência sobre a educação não formal no país, um reconhecimento”, afirma a professora da Faculdade de Educação da Universidade de Campinas (Unicamp), Maria da Glória Gohn. Autora do livro “Educação Não Formal e o Educador Social: Atuação no Desenvolvimento de Projetos Sociais”, ela diz que ainda há resistência das pessoas contra a educação não formal, imaginando que as escolas perderiam “poder”.

Em sua obra, Maria da Glória esclarece que educação formal é aquela desenvolvida nas escolas, via disciplinas normatizadas. A educação informal é caracterizada pelo aprendizado que o indivíduo assimila no local onde nasce e mora, por meio da família, religião, clube etc.

Já a educação não formal busca formar para a cidadania. Nela, aprende-se no “mundo da vida”, via os processos de compartilhamento de experiências, principalmente em ações e espaços coletivos cotidianos.

Em entrevista ao Portal Aprendiz, Maria da Glória ressalta que a defasagem no ensino formal impede um olhar do poder público para a educação não formal.

Portal Aprendiz - Como a educação não formal contribui para a produção do saber?

Maria da Glória Gohn -
Contribui na medida em que ela está presente nos campos que o indivíduo atua como cidadão. A concepção de educação não formal parte do suposto que a educação é um conjunto, uma somatória e articulação entre a educação formal, a informal e a não formal propriamente dita. Esta tem uma área própria, embora possa se articular com as outras duas. São aprendizados gerados ao longo da vida por experiências de participação em determinados processos.

Aprendiz -
No que ela difere da educação integral?

Maria da Glória - A educação integral não foca em cruzamentos e articulações. Acaba sendo um conceito muito vinculado a habilidades necessárias a serem adquiridas para dar conta das adversidades da vida. Enquanto isso, a educação não formal está em um campo mais amplo, que advém de uma formação voltada para a cidadania. Coloca a questão dos valores, a importância de pensar a inovação e a criatividade. Com isso, retorna a temática da emancipação humana.

Aprendiz - Onde se desenvolvem as práticas de educação não formal?

Maria da Glória - Em locais onde há processos interativos que sempre têm uma intencionalidade. Poderá ocorrer no interior de um movimento social, entre aqueles que estão lá participando e reivindicando. Pode-se citar o movimento das mulheres, por meio do qual resultou em conquistas nas discussões sobre o lugar da mulher na sociedade. No caso de projetos sociais de ONGs, também tem um processo de aprendizagem, de diálogo, de gestão e de uma forma compartilhada de atuação.

Aprendiz - Qual é o papel do educador que atua nesse campo?

Maria da Glória - O papel é extremamente importante, porque sem a existência deles, simplesmente os projetos não existiriam. Muitas vezes não há uma programação e organização nos projetos como na escola, onde existem horários e as estruturas são disciplinadas por lei. O perfil desse profissional mudou um pouco com relação ao que tínhamos antes, que era a filantropia, o voluntariado assistencialista, o trabalho ocasional, mais ligado às mães ou a quem já se aposentou. Agora, temos uma parcela grande que é contratada para atuar profissionalmente.

Aprendiz - Qual é o cenário da educação não formal no Brasil?

Maria da Glória - Se você tem a oportunidade de explicar o que é a educação não formal, as pessoas concordam com a importância. Mas acho que ainda não existe uma consciência sobre o assunto, um reconhecimento. Pensar sobre isso é algo novo, do final dos anos 90 para este século. E até hoje há muita resistência, pessoas achando que é coisa das ONGs e que são projetos que viriam para diminuir o “poder” das escolas.

Aprendiz - O Estado tem feito algo por essa educação? Há políticas públicas pensadas para isso?

Maria da Glória - Se há um olhar para isso, não é feito como deveria. As carências na educação formal são tão alarmantes – fazem projetos e ainda vemos os absurdos no setor educacional todo o dia – que acaba quase que monopolizando a agenda das políticas públicas. Estive em Brasília (DF) durante a Conae [Conferência Nacional de Educação], em março, e o que se viu foi a participação de educadores da escola formal e pouco da não formal. A Unesco foi quem abriu algumas janelas a esse respeito. Quando se olha para a violência e as drogas, por exemplo, como você pretende trabalhar isso? Nas escolas, a partir das estruturas curriculares que temos, sem trabalhar com educação não formal, eu não vejo saída.

Aprendiz - Como investir para desenvolver a educação não formal?

Maria da Glória - Investir nas políticas públicas não seria questão só para o Ministério da Educação (MEC). Acho que no campo da saúde, por exemplo, a educação tem uma força transformadora muito grande. No plano da sociedade, os meios de comunicação poderiam fazer algo. Quando vemos um canal apresentar projetos sociais, há um recorte que mostra o herói que venceu na vida. O caráter educativo, então, fica diminuído à medida que ao invés de contar os processos, como um grupo se articulou para implementar algo, você começa a contar a historia da Dona Maria e os esforços dela.

Aprendiz - Uma das ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) foi criar o Programa Mais Educação para induzir o ensino integral público. Qual é sua opinião sobre?

Maria da Glória - Acho que no Brasil não se constrói muito políticas publicas para fincar raízes como políticas de Estado. Então, elas são sempre políticas de governo. O Mais Educação não podia ser tão pontual, feito apenas em algumas escolas. Deveria ter diretrizes mais gerais. Acaba caindo no aspecto de que a educação integral é para suprir algumas coisas que o ensino formal não está fazendo. O caminho para a educação não formal deve ultrapassar essa idéia. O programa poderá ter resultados, mas acho que ainda falta muito para que atinja efetivamente os objetivos. É preciso um debate mais aberto.

Fonte: http://aprendiz.uol.com.br

quinta-feira, 1 de julho de 2010

The Leak in Your Home Town

The leak in your home town — a work in progress by Mark Skwarek and Joseph Hocking — is an iPhone app that lets users see the BP Deepwater Horizon oil spillwhenever they see a BP logo. A user simply launches the app and aims their iPhone’s camera at the nearest BP logo. What the user sees is one of the broken BP pipes coming out of the BP logo, and out of the pipe comes the oil, pluming upward.

This work mixes computer generated 3d graphics with the iPhone’s video camera to create an augmented reality. The user is able to see the computer generated 3d objects at specific locations in the real world. The 3d graphics create the broken BP pipe which comes out of the BP logo.

A important component of the project is that it uses BP’s corporate logo as a marker, to orient the computer-generated 3-D graphics. Basically turning their own logo against them. This re-purposing of corporate icons will offer future artists and activists a powerful means of expression which will be easily accessible to the masses and at the same time will be safe and nondestructive.



Fonte: http://turbulence.org/